Helder Moura Pereira
Golpe de teatro
Assírio & Alvim · 0 textos
A obra antecipa episódios e reflexões sobre sinais cotidianos através de uma visão lúcida, ácida e sempre assertiva. Os poemas navegam espaços domésticos íntimos e o terreno psicológico do envelhecimento, examinando sapatos e casacos não usados, música raramente ouvida e velhas resmas de papel, enquanto confrontam a desconexão perturbadora entre a consciência diurna e noturna, onde as noites são absolutamente terríveis, deixando o falante despertar com o rosto cheio de sinais de raiva.
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