Rimbaud livre
Augusto de Campos apresenta um “Rimbaud intersemiótico” que ele “transverberou” para um português rigoroso e libertário, empregando fulgurações convergentes som-imagem. A obra representa parte de um círculo literário que se estende de Mallarmé a Rimbaud, traçando a curva completa do fascínio modernista da poesia francesa “da implosão (Mallarmé) à explosão (Rimbaud)”. Esta coleção marca uma das etapas na longa jornada tradutória de de Campos através da linguagem, já que ele enfrentou textos desafiadores de Mallarmé e Valéry aos poetas provençais. O volume inclui não apenas traduções mas também um estudo que integra as reflexões críticas de de Campos sobre a obra de Rimbaud, oferecendo aos leitores tanto interpretações poéticas quanto percepção acadêmica sobre a abordagem revolucionária do simbolista francês ao verso.
Nenhum poema deste livro no acervo ainda.
