PoemasOrides FontelaCorujaCorujaVoo onde ninguém mais — vivo em luzVoo onde ninguém mais — mínimaouço o mínimo arfar — farejo oouço o mínimo arfar — sanguee capturoa presaem pleno escuro.Créditos editoriais+Primeira publicação: Rosácea, Hedra, 1986Publicado no Labirinto em 5 de maio de 2026Curadoria de Luan MaitanTemasanimaisnoiteviolenciaTextos relacionados+MédiaOrides FontelaTransposição1969Orides FontelaTransposição