PoemasEmily DickinsonEscondo-me na minha florEscondo-me na minha florEscondo-me na minha flor,Para que, murchando em teu Vaso,tu, insciente, me procures –Quase uma solidão.Créditos editoriais+Tradução de Jorge de SenaImagem da autora: Original image: unknown derivative work: deerstop. / Wikimedia Commons (Public domain)Publicado no Labirinto em 7 de junho de 2026Curadoria de Luan MaitanTextos relacionados+O cérebroEmily Dickinson—Emily DickinsonEsta, minha carta para o mundo