Tyrana cantada à sacra preclaríssima Santa Joana Princesa em seu leito de morte.
1 Ela disse ao coração do cantor
não cante/aos corvos
ela disse ao mar profundo
jazem/as brumas da ira
ela disse não cante /apenas diga
ao silêncio/que plante
aquela flor/
e rasgando a sombra/cuja mão
ela /esguia como um longo cravo
segurava/disse ao tempo/
não espantes/o sol com a tua dor
